domingo, 25 de março de 2012

Espírito de porco aos montes (texto)

Já escrevi aqui algumas vezes, diga-se, sobre a salvação que é poder escrever. Escrever me salva e me tira, na maior parte das vezes, de grandes angústias. Por exemplo, a que me encontro agora.
Estou organizando um evento para o Colegiado do meu curso, na universidade, O Simpósio de Estudos da Linguagem (SNEL). Acontece que organizar um evento sozinho não é fácil. Nem com um grupo é fácil, mas sozinho, menos ainda.
Hoje, recebi algumas ligações e e-mails reclamando das normas para a proposição de Simpósios e Sessões coordenadas de comunicação. Perguntem se alguém me escreveu para oferecer ajuda para elaborar alguma coisa? Se alguém se ofereceu para pensar junto comigo antes da página do evento entrar no ar?
N I N G U É M deu as caras, ninguém me ligou e muito menos esteve junto comigo para por o bloco na rua.
Então, por que é que para reclamar aparece sempre alguém? Nem é mais fácil, dá tanto trabalho quanto. Procurar meu endereço, redigir um e-mail, enviar. Cansa tanto quanto escrever para contribuir. Sei que cada um faz o que pode e não o que quer, sei também que espírito de porco existe aos montes.
Pronto, escrevi e já estou me sentindo um pouc melhor.
 

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