segunda-feira, 30 de março de 2015

Volta às aulas e o cuidado de não piorar o que está ruim

Resultado de imagem para volta às aulas na universidadeA vontade de estar em sala de aula estava me angustiando nos dias de paralisação contra os desmandos do (des)governo do Paraná. Fiquei feliz com o fim da greve e muito mais com o recuo do governador sobre o pacotaço contra o funcionalismo público do estado.
E dei a primeira aula, na segunda semana, em vista de as aulas terem começado exatamente na quarta-feira (dia da minha aula) e, por ser o primeiro dia de aula, a recepção dos calouros ter acontecido nesse dia.
E aí parece que tudo volta o normal e a gente fica sem tempo para parar e pensar na aula seguinte. Que bosta esse ritmo de trabalho! Nessa mesma quarta-feira viajei para um evento: coordenação de um simpósio, apresentação de trabalho e no sábado uma banca de dissertação.
Claro que nem tudo foi trabalho. É lógico. Também aproveitei para encontrar amigos, tomar um chope, bater papo, falar besteira, mas, sem me esquecer do que tinha para fazer durante o evento: o texto para apresentar não estava finalizado e a dissertação não estava totalmente lida com as observações. Fiz tudo isso durante três dias.
E aí, ao chegar em casa, mais obrigações da universidade para deixar em ordem. Preciso entrar verdadeiramente no ritmo (é a segunda vez que uso essa palavra aqui) do ano letivo, da vida acadêmica.
Dia 14 tem, finalmente, a banca de Professor Associado. E preciso me preparar. Já andei relendo o texto e percebendo que eu preciso ainda fazer reparos nele. Bem, esse já foi pra banca, mas para uma futura publicação e para os membros, preciso justificar esses furos.
Além disso, deixei atribuições acumuladas e tenho que dar conta delas até o fim desse semana.
Bem, uma coisa de cada vez para não piorar o que não está bom.

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