E ela ficava, de verdade, mais feliz do que eu. Era como se ela tivesse conquistado alguma coisa. E talvez fosse mesmo uma conquista pessoal em virtude do tanto que ela fez pra que eu estudasse.
Lembro-me do mestrado, fase complicada. Eu achando que nunca ia terminar a pesquisa... aquilo fazia tão pouco sentido e eu ali desacreditando a cada nova versão que o trabalho ia ser finalizado. Depois da defesa, ligo imediatamente para ela, ela me diz alguma coisa assim: "Eu estava desde cedo aqui concentrada, com pensamentos positivos, enviando boas energias pra vc." Eu ria e dizia: Que exagero D. Helô! E agradecia sempre pela força que eu recebia, mesmo não sendo sensível suficientemente para entender de imediato o que aquilo significava durante o processo.
Bem, as coisas hoje me parecem tão diferentes, ando menos ansioso, é verdade, mas não menos animado com uma outra conquista, por mais simples que ela possa parecer.
Amanhã mais uma etapa nesse lonnnngo processo: ascensão à classe de professor associado. Não é nada demais, é apenas mais uma etapa depois de 8 anos de conclusão do doutorado (no meu caso, nove anos depois).
Estou bem feliz por isso. E amanhã, depois da banca vou falar com D. Helô da maneira como eu posso e dizer a ela o quanto aquele investimento todo em educação valeu. Obrigado por tudo.
Amanhã mais uma etapa nesse lonnnngo processo: ascensão à classe de professor associado. Não é nada demais, é apenas mais uma etapa depois de 8 anos de conclusão do doutorado (no meu caso, nove anos depois).
Estou bem feliz por isso. E amanhã, depois da banca vou falar com D. Helô da maneira como eu posso e dizer a ela o quanto aquele investimento todo em educação valeu. Obrigado por tudo.
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