Ele acordava todos os dias com a sensação de que algo lhe pesava no peito, como um objeto esquecido dentro do corpo. Sabia que não era dor, nem tristeza comum. Era uma narrativa inteira comprimida, pedindo passagem. Tentou silenciar aquilo com rotinas, compromissos, frases prontas. Nada bastava. A história insistia, batendo por dentro, exigindo palavras. Na noite em que finalmente escreveu a primeira linha, o peso não desapareceu. Transformou-se em outra coisa: um medo leve, quase feliz. O medo de deixar o mundo saber quem ele era.
ossǝʌɐ op: É UM ESPAÇO PARA EU ESCREVER SOBRE O QUE GOSTO E NÃO-GOSTO: FILMES, DISCOS, LIVROS, FOTOGRAFIAS, TV, OUTROS BLOGUES, PESSOAS, ASSUNTOS VARIADOS. NENHUM COMPROMISSO QUE NÃO SEJA O PRAZER. FIQUEM À VONTADE PARA CONCORDAR OU DISCORDAR (SEMPRE COM RESPEITO E COM ASSINATURA), SUGERIR OU OPINAR. A CASA É MINHA, MAS O ESPAÇO É PARA TODOS.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
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