Um pequeno vídeo com imagens do Encontro de Blocos nos Arcos da Lapa.
ossǝʌɐ op: É UM ESPAÇO PARA EU ESCREVER SOBRE O QUE GOSTO E NÃO-GOSTO: FILMES, DISCOS, LIVROS, FOTOGRAFIAS, TV, OUTROS BLOGUES, PESSOAS, ASSUNTOS VARIADOS. NENHUM COMPROMISSO QUE NÃO SEJA O PRAZER. FIQUEM À VONTADE PARA CONCORDAR OU DISCORDAR (SEMPRE COM RESPEITO E COM ASSINATURA), SUGERIR OU OPINAR. A CASA É MINHA, MAS O ESPAÇO É PARA TODOS.
sábado, 31 de janeiro de 2009
Janeiro já tem carnaval (texto)
E eu que estava meio triste porque ia embora e não ia ver o bloco passar. Depois da praia, antes de chegar em casa, na Lapa, dou de cara com um encontro de blocos nos Arcos. Gente pra burro. Um momento para algumas fotos antes de tomar um banho bem gelado, trocar de roupa, colocar um chinelo novo e cair na folia.
Biscoito Globo, Amigos, Sol e Praia (texto)
Sábado especial, quase último dia no Rio e ganho uma manhã/tarde maravilhosas. Sol, Biscoito Globo, Elis e Vanise em Ipanema. Não dava nada pela praia. Achei até que o sol ia se esconder antes mesmo de chegarmos ao estacionamento Geó-Park . Que nada! Sol o dia inteiro. Papo bom! Diversão que valeu toda a chuva desses últimos dias. Nada de telefone tocando, água gelada, filtro solar. Não acredita? Então veja para acrer. Nem comida fria ou chopp quente, nem o trânsito congestionado tão comum nos sábados na cidade. Tudo no ponto. Só faltou um pouco de carnaval.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
O curioso caso de Benjamin Button - Livro
Nem para máscara de carnaval - Notícia - Rio

Bloco dos mijões - Notícia - Rio

"Só que o molho é de tomate e vai acabar estragando" - Notícia - Rio

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
E-book - Notícia - Mundo

(Deu no O Globo) A Amazon, empresa americana, maior vendedora virtual de livros do planeta, anuncia uma revolução digital dos livros, o e-book, do tamanho de um livro pequeno, com menos de dois centímetros de espessura e capaz de armazenar mais de 200 obras ao mesmo tempo (a Amazon dispõe de mais de 225 mil obras digitalizadas). Além disso, o aparelho possui teclado, possibilitando que se façam anotações como num bloco, ou ainda que se marque uma das páginas.
Com o e-book da Amazon, o usuário pode comprar livros, jornais ou revistas nas principais cidades dos EUA, sem a necessidade de conexão com um computador, através de uma rede sem fio. O preço ainda é salgado, US$359, mas a longo prazo e apostando na concorrência, ele deverá diminuir.
O e-book, afirmam os simpatizantes, é politicamente correto: papeis e árvores serão poupados. Ainda sem previsão para chegar ao Brasil, o e-book só pode mesmo ser adquirido nos EUA. Esperar para ver.
Com o e-book da Amazon, o usuário pode comprar livros, jornais ou revistas nas principais cidades dos EUA, sem a necessidade de conexão com um computador, através de uma rede sem fio. O preço ainda é salgado, US$359, mas a longo prazo e apostando na concorrência, ele deverá diminuir.
O e-book, afirmam os simpatizantes, é politicamente correto: papeis e árvores serão poupados. Ainda sem previsão para chegar ao Brasil, o e-book só pode mesmo ser adquirido nos EUA. Esperar para ver.
O SOL (texto)

Acordei tarde, mas como não ia mesmo sair com esse sol escaldante, prefiro o fim de tarde...me resta apenas torcer para que ele se mantenha firme e forte até o horário ideal (mas a praia deve estar lotada!!!) para sair de casa. Seja benvindo! E já que chegou, fique por uns dias, afinal o Rio é ou não 40 graus?
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Professora x Aluno - Notícias - O Mundo

Uma professora de inglês na República Tcheca fez um filme pornô com um aluno de 18 anos e provocou a ira dos pais do adolescente, que pediram sua demissão, segundo o jornal “Austrian Times”. Ela não foi demitida pela escola porque, segundo os diretores, o rapaz tem 18 anos e o filme foi produzido fora do embiente escolar. E se a moda pega? Pode sexo entre professor e aluno, ainda que eles tenham mais de 18 anos? Não conta a ética profissional ou longe da escola ela não vale?
Sexo com boneca - Notícias - O Mundo



Pensando bem, essa primeira aí tem um olhar sexy.
Recomeço - Virgínia Rodrigues - CD
Entendo o seu estilo, mas acho que o artista precisa recriar uma obra para justificar a sua entrada no repertório. "Beatriz" por exemplo na voz de Milton Nascimento não tinha o parâmetro de outras gravações (não quero dizer com isso que a interpretação dele não seja impecável. É.), por isso, por tê-lo ouvido interpretar, o que Virgínia faz com a música não me surpreende. Da mesma forma "Todo sentimento" (regravada centenas de vezes), mas eternizada, no meu ponto de vista, por Elizeth Cardoso. Ponto.
Gomorra - Filme

A crítica de O Globo aplaude de pé o filme e diz que "une tensão e secura em narrativa objetiva, quase documental". É um bom filme, mas nada além disso. Pra quem conhece a relação tensa e seca entre os morros cariocas e as suas consequências, não vê no filme nenhuma novidade: nem essa tensão. O filme é bem óbvio. Sabe-se o que vai acontecer quando crianças são envolvidas na criminalidade. Vi, gostei, mas não vejo outra vez. Pra quê?
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
MALLU MAGALHÃES - CD

Ela é bonitinha, engraçadinha, e o CD é bem cuidado, mas fiquei com a sensação, depois de ouvir duas vezes (olha que insisti!), que é vê o visto. Não me pegou. Falta voz, falta emoção. Lembram de Jordi (aquele anão-francês que cantava “Dur Dur D’Etre Un Bébe”, pois é...sem graça...mas ele era uma criancinha.
MILONGAS - CD


TOM JOBIM: SEM VOCÊ (Joyce e Toninho Horta) - CD

Queime depois de ler - Filme

Marley e eu - Filme

"Uma adaptação eficiente do livro", diz o bonequinho do O Globo (não li!, mas gostei do resultado). Normalmente filmes sobre cachorros são duros de roer. Este é divertido. Para quem tem ou teve um Labrador (ou para quem pensa em comprar um) é uma prévia do que pode acontecer. Fiquei aqui em casa (um ap. de quarto e sala no Centro do Rio) com um labrador por dois meses (estava aguardando as vacinas para levá-lo para os pais. Presente de grego, diriam uns.). Ele roeu TU-DO (inclusive a parede), mas é um cachorro especial (entendam como quiser). O filme é a história de um casal que adquire um labrador ou a história de um labrador que adquire uma família. Divertido, triste. não vejo outra vez, mas vi e gostei.
Café dos maestros - Filme
Para quem gosta de música é um excelente programa. Sensível documentário (Um Buena Vista portenho) sobre os grandes músicos da época de ouro do tango argentino. Produção EUA/Brasil/Inglaterra/Argentina.
Com Lágrima Ríos, Leopoldo Federico, entre outros. Lindo! Emocionante.
Com Lágrima Ríos, Leopoldo Federico, entre outros. Lindo! Emocionante.
Linha de Passe - Filme

Vicky Cristina Barcelona - Filme

Crepúsculo - Filme

Rumba - Filme


Casal de professores de uma escola rural tem em comum a paixão por danças latinas. Um acidente de carro, depois de uma competição de dança, vai mudar a vida dos dois. Parece simples. E é. Um produção quase caseira. Os atores são os produdores, diretores e roteiristas do filme. Cores almodovianas. No entanto, o barato deste filme é "continuar apesar das dificuldades do dia a dia", e mais, conseguir rir de suas limitações e problemas. Um filme para o final da tarde de domingo. Vale à pena conferir.
Poucos dias no Rio... - Pensando bem... (texto)

Em poucos dias estarei no Paraná...as férias passaram rápido demais. Fiz muitas coisas: fui 6 vezes ao cinema na primeira semana, fiquei com a minha mãe por 15 dias, pintei o apartamento, viajei por 11 dias, reencontrei alguns amigos, quase fui alvejado por balas perdidas, comprei livros, voltei ao circuito cinema/exposição aqui no Rio e ainda tenho alguns dias pela frente. Rápido mas intenso.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
O curioso caso de Benjamin Button - Filme

Há quem acredite que dessa forma a vida seria perfeita. No entanto, como o próprio personagem diz, numa hora não adianta reclamar, quando chega a nossa vez, o melhor a fazer é aceitar.
É um belo filme.
Como você escolhe os seus amigos? - Pensando Bem...(texto)

Escolho os meus amigos por critérios quase objetivos: interesses comuns. Eles (os amigos) são muito parecidos: em geral, solidários. Gostam de falar, e sabem ouvir. O humor tb é fundamental, mas não qualquer humor. Não nos achamos engraçados, divertidos. Nos divertimos juntos, o que é bem diferente. Nào ficamos teorizando o dia a dia. Vivemos a nossa vida. Quase sempre distantes.
Eu presto muita atenção... (texto)


Envelheço na cidade (texto)
Não sei muito bem quais são as vantagens de ficar mais velho...alguns amigos me dizem que se vai ficando mais tranquilo (não me sinto mais tranquilo, me sinto mais cansado); outros dizem que se vai ficando mais sábio (não me sinto mais sábio, mas mais autocrítico); outros ainda dizem que se vai ficando mais seguro (nem preciso escrever nada sobre isso).
Não gosto muito do que estou me tornando. Ando impaciente (não quer dizer que um dia eu tenha tido paciência). Ando, quase sempre, com muita vontade de ficar sozinho. Parece que estou perdendo a afinidade com as pessoas. Se se repetem demais, aí nem um minuto de atenção. Sobretudo se se repetem de forma desisteressante. Aí me aconteceu algo inusitado...
Fiquei surpreso com um encontro que tive, numa festa de aniversário de uma amiga, com vários amigos da adolescência. Foi tudo tão divertido. Talvez o que me falte seja afinidade. Talvez eu esteja buscando nos novos amigos aquela cumplicidade distante com esses amigos. Ri muito...estava feliz...me sentindo em casa.
Não temos definitivamente afinidades com qualquer grupo...preciso ter história para fazer sentido...preciso poder fazer piada para me sentir à vontade...
Não gosto muito do que estou me tornando. Ando impaciente (não quer dizer que um dia eu tenha tido paciência). Ando, quase sempre, com muita vontade de ficar sozinho. Parece que estou perdendo a afinidade com as pessoas. Se se repetem demais, aí nem um minuto de atenção. Sobretudo se se repetem de forma desisteressante. Aí me aconteceu algo inusitado...
Fiquei surpreso com um encontro que tive, numa festa de aniversário de uma amiga, com vários amigos da adolescência. Foi tudo tão divertido. Talvez o que me falte seja afinidade. Talvez eu esteja buscando nos novos amigos aquela cumplicidade distante com esses amigos. Ri muito...estava feliz...me sentindo em casa.
Não temos definitivamente afinidades com qualquer grupo...preciso ter história para fazer sentido...preciso poder fazer piada para me sentir à vontade...
domingo, 25 de janeiro de 2009
Dias sim (texto)
Dias não (texto)

Ontem à noite depois de uma curva errada à direita, nos defrontamos (um amigo e eu) com policiais militares e sabe lá quem trocando tiros numa avenida, na madrugada carioca. De repente estávamos no meio do tiroteio. Eu só pensava numa bala me achando e eu virando estatística nas páginas policiais de um desses jornais aqui da cidade. Foram momentos terríveis! Não sabíamos o que fazer, para onde ir. Meu amigo, mais desnorteado que eu, perdeu completamente o rumo e tb a capacidade de pensar numa alternativa para nos tirar do conflito. Zona de Guerra total. Quase mijei nas calças de tanto pavor. Os tiros estouravam tão próximos, ou eu ouvia assim, que não dava para pensar em quase nada. Fizemos uma curva tão suspeita que um dos policiais nos apontou uma de suas armas (acho que uma escopeta) e aí, para mim, foi mesmo o fundo do poço. Achei que não sairia dessa. Saímos! Ufa! Nunca mais aniversário na madrugada carioca.
sábado, 24 de janeiro de 2009
OTROS AIRES (texto)
Estive em Buenos Aires entre os dias 09 e 20 de janeiro. Cidade linda. Ampla. Limpa. Trânsito organizado. Gente educada. Achava que os argentinos fossem todos jogadores de futebol e seria, por conta da rivalidade entre os países, mal-tratado. Não fui. Bem ao contrário: gentilíssimos.
Fiz quase tudo a pé: Centro (onde eu estava), Recoleta, San Telmo, Palermo, La Boca, Puerto Madero, Retiro etc.
Museus maravilhosos. O Malba é imperdível: artistas do continente. Arte brasileira da melhor qualidade. Salas divididas por décadas. Tudo muito bonito: o prédio já é uma obra. Tb fui a Fundação PROA no Caminito. Lá havia obras de Marcel Duchamp (aquele do Bigode na Monalisa). Espaço bastante bonito.
A cidade é bem arejada. Ruas largas. Prédios bem cuidados. Livrarias em cada esquina. Cafés por todos os lados invadindo as calçadas.
Como gosto muito de música e estava no país do Tango. Fui buscá-lo. Estive em duas milongas: uma igual a todas e a outra um milonga-gay (na qual homens podiam dançar com homens, mulheres com mulheres e homens e mulheres tb dançavam juntos). É claro que não dancei, porque se não danço tango no Brasil, muito menos em Buenos Aires.
Nessa busca por tangos, encontrei 3 CD's espetaculares "Otros Aires", Otros Aires dos" e "Vivo en otros aires". Tango eletrônico, da grife Gotan Project. Além dessa coletânia, o Narcotango. Tb eletrônico de qualidade. E ainda o "LafondaTangoclub" com tangos clássicos com roupagem moderna.
Tudo muito bom. Bem cuidado como a cidade.
O bom de viajar sozinho foi a possibilidade de conhecer outras pessoas (não que isso não pudesse acontecer se eu estivesse acompanhado, mas sozinho, acho que torna-se mais próximo). As conheci. Na verdade fui reconhecido por um Chileno (Jonathan, o que caminha na Hipólito Yrigoyen) e a partir dele, conheci tb duas alemãs: Benjamin e Sabina (as que estão tomando sorvete). Boas companhias, divertidas. Passamos boas horas juntos. O grande problema: línguas diferentes...mas uma mesma sintonia.
Fiz quase tudo a pé: Centro (onde eu estava), Recoleta, San Telmo, Palermo, La Boca, Puerto Madero, Retiro etc.
Museus maravilhosos. O Malba é imperdível: artistas do continente. Arte brasileira da melhor qualidade. Salas divididas por décadas. Tudo muito bonito: o prédio já é uma obra. Tb fui a Fundação PROA no Caminito. Lá havia obras de Marcel Duchamp (aquele do Bigode na Monalisa). Espaço bastante bonito.
A cidade é bem arejada. Ruas largas. Prédios bem cuidados. Livrarias em cada esquina. Cafés por todos os lados invadindo as calçadas.
Como gosto muito de música e estava no país do Tango. Fui buscá-lo. Estive em duas milongas: uma igual a todas e a outra um milonga-gay (na qual homens podiam dançar com homens, mulheres com mulheres e homens e mulheres tb dançavam juntos). É claro que não dancei, porque se não danço tango no Brasil, muito menos em Buenos Aires.
Nessa busca por tangos, encontrei 3 CD's espetaculares "Otros Aires", Otros Aires dos" e "Vivo en otros aires". Tango eletrônico, da grife Gotan Project. Além dessa coletânia, o Narcotango. Tb eletrônico de qualidade. E ainda o "LafondaTangoclub" com tangos clássicos com roupagem moderna.
Tudo muito bom. Bem cuidado como a cidade.
O bom de viajar sozinho foi a possibilidade de conhecer outras pessoas (não que isso não pudesse acontecer se eu estivesse acompanhado, mas sozinho, acho que torna-se mais próximo). As conheci. Na verdade fui reconhecido por um Chileno (Jonathan, o que caminha na Hipólito Yrigoyen) e a partir dele, conheci tb duas alemãs: Benjamin e Sabina (as que estão tomando sorvete). Boas companhias, divertidas. Passamos boas horas juntos. O grande problema: línguas diferentes...mas uma mesma sintonia.
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