segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Mãe


Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
(Carlos Drummond de Andrade)

Oi, outra vez! (texto)

E a novela com a Operadora de Telefonia OI (antiga Brasil Telecon) continua. Ontem, uma atendente de nome Renata, cujo protocolo está devidamente anotado e o atendimento devidamente gravado (segundo eles, é Claro, não, é Oi!). E, pelo visto, isso não quer dizer muita coisa) desligou literalmente a ligação, depois de me ouvir fazendo as mesmas perguntas, insistentemente, por 15 vezes: "O que significa problemas no sistema?" " Por que o sistema impediu que a minha banda larga fosse instalada no prazo estabelecido pela própria operadora?" "Quando é que esse sistema vai ficar pronto?" Como ela não sabia me responder a nehumas das perguntas, deve ter achado mais fácil desligar.

domingo, 18 de outubro de 2009

Oi!

Serviço de péssima qualidade, atendimento incompetente, desinformação total, atendentes mal preparados, dissimulados, serviço porco!
Hoje (entre às 22h30 do dia 17 até os 10min do dia 18) fiquei pendurado um pouco no celular e outro tanto no telefone fixo sem conseguir resolver um problema com a OI (Brasil Telecon).
Dos números de protocolo: desde a minha primeira tentativa (2009294425943) do dia 10 de outubro de 2009, até as demais (2009596347360 por 25min de espera até a ligação "cair"; 2009696349177 por 1h.01m.56s de espera tb até a ligação, por coincidência, "cair"; 2009296351691 por mais 9min até a ligação "cair" outra vez e, finalmente, 2009696352158 por 15minutos até esgotar a hora de "trabalho" dessa operadora), sem conseguir resolver nenhum dos problemas acumulados durante esta semana. Todos, sem exceção, os atendente, quando eu conseguia falar com um, não conseguiram dar um resposta convincente, objetiva, clara. A ponto de parecer que todos eles, tb sem exceções, são contratados justamente porque agem dessa forma.
Espero que a minha irritação (indignação) não desapareça até a segunda-feira, quando procuro, por outros meios, falar com a Operadora: Oi!

sábado, 17 de outubro de 2009

Que final de semana que nada!!! (texto)

Eu sabia que o meu final de semana não seria nada fácil: trabalhos de duas alunas para ler e provas para terminar de corrigir. É claro que depois do trabalho viria a bonaça: a visita de um amigo que faria (e fez - mas não nos vimos) um concurso aqui em Cascavel e um almoço programado com um outro amigo no sábado, mas heis que uma ligação me tirou completamente dessa avenida... mais trabalho, é claro e aí um cansaço daqueles...fiquei durante os dois últimos dias numa banca de concurso público com uma porção de candidatos.
Acabei de chegar em casa depois de dois dias lendo, ouvindo, perguntando e preenchendo fichas. É claro que nem tudo foi tempestade. Tive a companhia de uma grande amiga nessa banca: Elódia (divertida, viva, inteligente, sensível) e o prazer de reencontrar muitos amigos, ex-alunos, pessoas com as quais convive por muito tempo. Muito bom saber que se pode retornar aos lugares e encontrar por um "prato de comida, um abraço amigo, um canto prá dormir e sonhar".

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Fita-banana (texto)

Drommond tem um poema que se chama Quadrilha (João amava Teresa que amava Raimundo/ que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili/ que não amava ninguém./João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,/ Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,/ Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes/ que não tinha entrado na história.). O poema é uma espécie de fita-banana que não teria fim...
Quando pensei neste post, pensei no descontrole, no sentido de não se saber até onde se chega, do que se escreve em determinados becos. O que posto aqui vai parar em lugares nunca antes navegados...
Na Superinteressante deste mês (ela é mensal?), edição 270 de outubro de 2009, na página 86, tem uma matéria sobre blogs, internet, ideias que correm esse oceano impreciso. Segundo a matéria, são 37 mil posts em blogs por hora, 1 milhão de micromensagens no twitter.
E o mais impressionante, eu acho, é a quantidade do que se lê, o volume do que se escreve, ideias que rolam para todos os lados. Se tínhamos, e isso é apenas uma hipótese, um controle sobre a informação, hoje, com toda essa integração virtual, não se pode dizer que exista aquilo que se deve ler. Tenho a impressão que cada vez mais a gente consegue decidir sobre o que quer ler: em quem confiar quando se quer sobre algum assunto.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

A órfã (Filme)

O pior do que se dizer roteirista de um filme como A Órfã, é pagar para assisti-lo. A história é tão óbvia (mas tão óbvia) que nos faz pensar que alguma coisa não vai acontecer. Mas o roteirista não perdoou, colocou tudinho lá: a menina meiga num orfanato, a família que perdeu a filha no parto, as maldades da menina; a mãe que começa a desconfiar de que alguma coisa está errada com a criança, mas o seu passado põe o que ela diz em dúvida; o pai que não percebe o que está acontecendo, a menina meiga que se transforma num monstro, os filhos do casal em perigo, mas que, por medo, preferem se calar; a menina-mostro que mata quase todo mundo e que finalmente é morta, mas não pense que o filme acaba aí, tem A Síndrome da Atração Fatal, quando a gente pensa que a menina morreu lá está ela outra vez atrás de mais um vítima.
Ah, e como tem sempre uma pitada de surreal nestes filmes-suspense, a órfã na verdade é uma adulta perigosa que tem nanismo e se passa por criança.
Quero o meu dinheiro de volta!

Um cafezinho (texto)

Bom dia! Acabei de me levantar. É isso mesmo, acordei tarde! Feriado de Nossa Senhora de Aparecida. Dia das crianças. Aniversário de um bando de amigos, a Luciane é um deles. Dia chuvoso em Cascavel. Ouço apenas uns cantos distantes de passarinhos.
Meu dia sempre começa com um café bem forte. Herança da bisavó Carolina (qualquer dia escrevo sobre ela), pelo menos é assim que me lembro. Sem café preto e forte, não acordo.
Queria que o dia hoje fosse de descanso, mas sei que não vai ser. Tenho, para variar, trabalhos dos alunos, provas e um texto meu para revisar. Não estou reclamando é apenas uma conversa com um virtual leitor (talvez a Fátima, a Cris ou o Luiz - ah, vocês aceitam um cafezinho!?).

Sem saber exatamente o quê

Há períodos em que o ritmo interno desacerta e tudo parece mais pesado do que deveria.  Há dias em que levantar, responder mensagens e cumpr...