segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Geração i.


Lendo o texto do Pondé, publicado hoje, 13 de novembro na Folha de São Paulo, "iGen: Jovens em agonia", que fala da geração i, “i” de Iphone, fiquei pensando um pouco mais sobre eles, esses jovens, incapazes de estar em sala de aula longe de seus aparelhos encantados. 

O que tem me chamado mais atenção é a forma como ficam tensos, agressivos, irritados, insatisfeitos se são contrariados. A maior parte não tá preparada para ouvir nada que não seja elogio. Não sabem lidar com a frustração. Mesmo as pequenas.
Uma boa parte não aceita de forma alguma que o professor diga que aquela hora é o momento de prestar atenção à explicação (estranho ter que dizer isso!). Agem como se nos fizessem um favor.
“Nada de celular, queridas e queridos, agora olhem para mim (nem precisa me ouvir, mas guardem seus aparelhos!”, diz um professor imaginário, calmo, cheio de paciência.
E eu pergunto: Os celulares não deveriam estar dentro das mochilas e desligados? E aviso: Guarde o celular!
“Cuidado, professor, com o que você diz!” É o que está escrito nas suas caras!
Eles ATÉ te respeitam (a universidade é mesmo uma ilha. Já ouvi história de aluno que soca o professor nessas horas), mas em seguida te olham como se dissessem: “Guardei não porque você mandou, mas porque eu quis, porque, se você não sabe, meu caro, eu posso, eu devo fazer exatamente apenas o que me agrada. Qual é o problema de eu usar o celular enquanto você se esgoela em sala de aula? Venha me tomar?! Te processo! Que cara chato e impertinente!” (nos olham assim!).
Uma parte desconhece a palavra “não”. A impressão que tenho, algumas vezes, é a de que os pais/responsáveis se livraram da obrigação da educação. Eles não dizem “não” para os filhos e quem é o professor para tamanha afronta?
Pode parecer que estou com raiva dos alunos, né não? Não estou. Fico apenas pensando o que tô fazendo ali. Por que me preocupar se estão ouvindo música, conversando, mandando mensagens, passeando nas redes sociais ou dormindo? Uma parte é porque isso me atrapalha (e eles não entenderam, mesmo na universidade, que dar aula é um trabalho e que ser professor é uma profissão), me desconcentra. E outra parte é a incapacidade d’eu compreender o porquê deles não conseguirem se concentrar por vinte, trinta minutos (com intervalos para piadas e gracinhas). 
E olha que tenho com a maior parte dos meus alunos uma relação de amizade, de respeito e de admiração, mas tem hora que...a minha vontade é a de juntar as minhas coisas, passar na coordenação e avisar que não entro mais naquela sala. Mas me lembro que é o meu trabalho.
A salvação é que isso não é uma regra. Há também aqueles que são educadíssmos, generosos, divertidos, e, sobretudo, boas pessoas. Não que aqueles não sejam tudo isso. São também. Precisam apenas entender que a sala de aula não é a sala de casa nem sua extensão, ainda que em muitos momentos elas se assemelhem.

sábado, 4 de novembro de 2017

Trilha sonora do Sítio do Picapau Amarelo (1977)


01. Narizinho (Ivan Lins – Vitor Martins) - Lucinha Lins 02. "Ploquet Pluft Nhoque" (Jaboticaba) (Dory Caymmi – Paulo César Pinheiro) - Papo de Anjo 03. Peixe (Caetano Veloso) - Doces Bárbaros 04 . Saci (Guto Graça Mello) - Papo de Anjo 05. Visconde de Sabugosa (João Bosco – Aldir Blanc) - João Bosco 06. Dona Benta (Ivan Lins – Vitor Martins) - José Luís (Zé Luiz Mazziotti) 07. Sítio do Picapau Amarelo (Gilberto Gil) - Gilberto Gil 08. Pedrinho (Dory Caymmi – Paulo César Pinheiro) - Aquarius 09. Arraial dos Tucanos (Geraldo Azevedo – Carlos Fernando) - Ronaldo Malta 10. Tia Nastácia (Dorival Caymmi) - Dorival Caymmi 11. Passaredo (Francis Hime – Chico Buarque de Hollanda) - Mpb4 12. Emília (Sergio Ricardo) - Sérgio Ricardo 13. Tio Barnabé (Marlui Miranda – Jards Macalé – Xico Chaves) - Marlui Miranda e Jards Macalé Ficha Técnica: Direção de Produção – Guto Graça Mello Produção Executiva – Dory Caymmi Direção de Estúdio – Dory Caymmi E J.C.Botezelli (Pelão) Assistente de Produção – Astor Silva Filho Arregimentação – João Pinheiro Arranjos – Dory Caymmi e Guto Graça Mello Regências – Dory Caymmi Vocais – Raimundo Bittencourt Técnicos de Gravação – Vitor Farias, Célio Martins e Andy Mills Assistentes de Estúdio – Brás, Edu, Luiz Alberto e Cláudio Direção de Mixagem – Guto Graça Mello Técnicos de Mixagem – Vitor Farisa e Célio Martins Adaptação Gráfica – Joel Cocchiararo Arte - Rui de Oliveira Gravado Em 16 Canais nos Estúdios Level No Verão de 1977

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Da Série: Contos Mínimos

Resultado de imagem para palco vazio
Me senti como uma criança que busca o rosto da mãe em meio a tantas outras mães numa apresentação na escola. Mas ela não estava. Preciso me virar com o que tenho dela por aqui.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Da Série: Contos Mínimos

Resultado de imagem para sapato cavalo de aço
Anos 70 (e poucos): sapato cavalo-de-aço, calça boca-de-sino, cigarro de chocolate, cabelos compridos e muita vontade de crescer para ser alguma coisa além de ser criança e achar o mundo uma chatice. Cresci, calça jeans e camiseta todos os dias, cabeça raspada (não por opção), cigarro nem de chocolate. O mundo nos anos 2000 (e poucos) está cada vez mais chato.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Da Série: Contos Mínimos

Resultado de imagem para numa banheira morteQuase cena de filme: sozinho numa  banheira. Meu coração parou. Fiquei ali por longos dias até que dessem falta de mim. Eu nunca estava em outros lugares. Finalmente descoberto enquanto a carne se desprendia de mim.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Se vc souber que...

Se você souber que seu o professor de português é gay, altera o conteúdo da disciplina? Se você souber que o seu ator predileto é bissexual, altera a qualidade da sua interpretação? Se você souber que foi uma trans que te atendeu naquela loja moderna, altera o seu interesse pela roupa? Se você souber que sua escritora preferida é lésbica, altera o conteúdo do livro? Se você souber que a médica que te salvou é uma travesti, altera a sua vida? Pense nisso.

sábado, 16 de setembro de 2017

No olho do furação

Resultado de imagem para no olho do furaçãoAchei que esta semana não acabaria nunca. De pré-defesa de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) à defesa de mestrado, passando por aulas (graduação e pós) para preparar e 2 bancas de qualificação de mestrado, além de estágio (2 noites, três duplas) para acompanhar, sem falar nas visitas em casa (ainda bem que elas se viraram melhor do que eu poderia supor, inclusive ajudando). 
Esta semana começou no fim de semana passado porque eu precisava terminar uma apresentação para me dedicar à leitura dos TCC´s cujas bancas aconteceriam na manhã de segunda. 
Não sei se isso acontece com todo mundo, mas diante de tantas obrigações me bate um medo de não ter energia e vontade para realizá-las: não consigo escrever sem ler (antes) e não consigo escrever se eu não estiver relaxado suficientemente para poder refletir sobre o texto que deverá ser escrito.
Bem, eu sabia que a semana terminaria, mas no olho do furacão nem sempre a gente tem essa percepção tão clara. Acordava tenso e cansado porque eu precisava sempre na noite anterior estar atento e forte. 
É claro que na eminência do furação passar, eu deixei de fazer algumas coisas: ir à academia, por exemplo, além de cumprir uma promessa feita a uma das duplas de estágio (não consegui ir à escola entregar os documentos para a realização das aulas). 
Bem, paciência...faço na outra semana. Ufa!

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Como resistir à ansiedade da escrita e da apresentação de um trabalho?

Resultado de imagem para escreverNão é muito fácil escrever sobre o processo de produção de um artigo, apresentação de trabalho ou coisas desse tipo, mas vou tentar. 
Fui convidado para um evento no Rio de Janeiro, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), para compor uma mesa-redonda sobre Resistência: "Discurso de resistência: marcas de existência", no dia 22 de setembro.
Faz uma semana que estou pensando nessa apresentação. Pensando significa estar esboçando ideias em forma de pensamentos soltos. Claro que eu já tinha uma ideia inicial sobre o que escrever, uma vez que tenho um capítulo de livro escrito e publicado sobre Resistência.
Reli este capítulo e selecionei algumas passagens que eu considerei importantes para esta apresentação: vou falar sobre as formas de resistência dos sujeitos LGBTTQI+ (Lésbicas, gays, travestis, transexuais, queer, intersexo e quem mais chegar para compor essa sigla). Além disso, como temos um livro sobre resistência (Discurso, resistência e...), reli alguns capítulos desse livro tb para me organizar melhor em relação à teoria que me dará suporte para pensar o tal texto de apresentação.
Resultado de imagem para escreverE da mesma forma como fiz com a releitura do meu capítulo, separei trechos importantes dessa outra leitura para usar na apresentação.
No final da semana passada, comecei a escrever o tal texto. E hoje, pela manhã, uma primeira versão ficou pronta. Reli com cuidado e fiquei com a impressão de que ele estava desorganizado e vago demais. Não era apenas impressão. Fiquei tenso com isso.
Bem, depois do almoço (e de pensar bastante durante a refeição sobre essa desorganização), cheguei em casa e reorganizei alguns parágrafos de forma que houvesse uma sequência mais lógica em relação à minha proposta e intenção.
Mesmo assim, o texto não ficou nem pronto e muito menos da forma como eu pudesse achar que já estava bom. Parei mais um momento e voltei para a leitura agora não mais sobre resistência (esta etapa foi superada), mas sobre os sentidos sobre a homossexualidade (ao longo dos séculos XIX, XX e XXI) de forma que eu pudesse pensar nos deslocamentos e assim chegar as formas de resistência.
Parar para esta leitura foi fundamental, porque falo muito em discurso médico e, assim, reler esse discurso foi importante para perceber como colam à homossexualidade sentidos dos séculos XIX e XX.
Eu sou muito inseguro para escrever e mais ainda para apresentar trabalhos (ainda que eu faça isso há muito tempo). Ter um tempo razoável para pensar, repensar, escrever e reescrever um texto, para mim é fundamental. Eu preciso desse tempo porque ele me deixa um pouco mais seguro e alegre com o trabalho que me propus fazer. Um trabalho nunca fica bom suficientemente de forma que eu fique totalmente satisfeito com ele. Isso nunca aconteceu. Mas, pelo menos, já sei como funciono nessas situações e assim preciso me organizar com alguma antecedência para me fortalecer.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Curitiba novamente

Resultado de imagem para curitiba
Fazia um bom tempo que eu não viajava para Curitiba. Uns 8 meses mais ou menos. Vim no carnaval para não ficar sozinho em Cascavel, como aconteceu no natal e no réveillon. Fiquei por aqui poucos dias, quase que num retiro espiritual, uma vez que carnaval não é o forte da cidade.
Estava com saudades da cidade e dos amigos. Acabei de chegar, praticamente. E ainda não vi ninguém. Mas já agendamos almoço, café, cinema e certamente muitos risos para o nosso encontro. Não vejo a hora de estar com eles. Agora, vou descansar um pouco: um banho para relaxar e uma boa cama para dormir. Amanhã será um lindo dia!

sábado, 19 de agosto de 2017

Será que ficou bom?

Adoro brincar de arrumar a casa: trocar os móveis de lugar e  assim experimentar um espaço diferente daquele que eu tinha e usava. Faço isso com frequência até conseguir uma disposição com mais espaço e mais harmonia. Nem sempre dá certo.
Estou neste apartamento faz quase 3 anos e hoje, mais uma vez, troquei a sala de lugar. Não foi fácil por conta dos fios da TV à cabo (e da internet) além da tomada do telefone (que precisa ficar próximo ao aparelho da TV à cabo para funcionar).
O bom desse troca troca é poder limpar aonde não se pode com muita frequência por conta dos móveis mais pesados (ou, no meu caso, por conta da disposição deles, uma vez que não tenho móveis pesados na sala).
Fiquei alguns dias pensando em qual seria o melhor lugar para a TV para evitar o reflexo de fora (a claridade que vem da janela). Como tenho janelas em duas paredes, a TV só não receberia o tal reflexo de fora se ficasse justamente numa parede com janela.
Numa das duas paredes seria impossível por causa daqueles fios (fios curtos para uma longa distância), sobrava apenas uma parece (a que é inteira uma janela), mas havia um pequeno problema: a saída para a sacada. 
Bem, como não havia outra alternativa, inviabilizei uma parte da janela-porta (que dá para a tal sacada) e coloquei diante dela o móvel com a TV. Ficou meio entulhado. Não! Ficou bastante entulhado. Não funcionou como eu imaginava, mas pelo menos, experimentei esse outro jeito para a sala.
Agora, como sugestão de um amigo, vou deixar alguns dias assim e ver se me acostumo ou não com essa disposição. Se não, volto para o estágio anterior e pronto.

domingo, 30 de julho de 2017

Em quanto tempo musical?

Resultado de imagem para brothers in armsFaço desde a adolescência uma aposta comigo mesmo sobre conseguir terminar alguma tarefa de casa (refiro-me à limpezas, organização, em geral) durante a execução de alguma música (algum álbum, alguma faixa, algumas faixas). 
Fazia tempo que não brincava comigo mesmo assim. Fazia muito tempo mesmo. Ontem à noite, alguns amigos vieram a minha casa e, é claro, mesmo que tenham ajudado com a louça e não sejam pessoas bagunceiras, a casa ficou desorganizada. 
Com "desorganizada" entenda-se: garrafas espalhadas, copos, talheres e pratos sujos, chão empoeirado e com marcas de pisadas, banheiro interditado para circulação etc.
Aí, acordei cedo e resolvi que enquanto estivesse ouvindo Dire Straits, Brothers in arms, eu deveria ter a casa organizada e limpa como a entreguei aos amigos ontem à noite. Foi nostálgico relembrar essa brincadeira esquecida nesses últimos anos.

domingo, 9 de julho de 2017

Que tal um filhote de tartaruga?

Meus dias têm sido, desde que o Lacan chegou, limpar xixi e cocô. Como ele ainda não pode sair de casa por causa das vacinas, tudo (inclusive correr, latir, rosnar, roer, teimar) é feito entre a cozinha e a lavanderia. Quando ele está bem calmo (coisa rara para um filhote que não seja de tartaruga, suponho), eu o levo até o sofá da sala para ficar ali comigo vendo TV. Ele fica calmo por uns 3 segundos, no máximo.
Eu acordo cedo, incluindo os finais de semana, para colocar comida, trocar a água e limpar, limpar, limpar. Ele já havia aprendido a fazer o xixi na fralda higiênica, mas faz dois dias que não tem acertado. Na verdade, ora acerta, ora erra (é que de tão cansado, os erros me parecem muito mais frequentes e pesados).
Não é uma fase boa e continuo apostando na próxima: poder sair com ele para caminhar na rua e brincar nos parques para, finalmente, conseguir me divertir um pouco fora de casa.
Estou bem cansado e se eu pudesse dar um conselho a alguém sobre ter um filhote preso num apartamento, eu diria, não o tenha porque não é fácil, sobretudo se vc morar sozinho.
Ontem à noite, ele infernizou a minha vida. Eu tenho outras coisas para fazer além dele e, como ele está restrito àquela área, precisei colocar uma grade entre a cozinha e os quartos para que a ventilação não fosse afetada e eu pudesse assim, sem precisar fechar a porta, saber o que acontece com ele: eu estava no escritório tentando ler uma dissertação e ele não parou de latir. Nos intervalos desse latido, ou ele roía a tal grade ou tentava puxar o tapete e como não conseguia latia ainda mais: latia para mim e para o tapete. Fez isso até me irritar de tal maneira que me levantei e briguei com ele: o que mudou? Absolutamente na-da. Só sossegou na hora em que decidi desligar o computador e me trancar no quarto, aí ele entendeu que era hora de dormir.

domingo, 2 de julho de 2017

Ter ou não ter...

Fiquei mais de um mês decidindo se eu adotava ou não um pet. Mobilizei os amigos para que me falassem sobre os prós e os contras de criar um cachorro de grande porte num apartamento. Um outro, ficou responsável por encontrar um filhote. Apareceram dois e o veterinário queria, é claro, que eu os trouxesse.
Nem fiquei nessa maré. 3 é demais em quaisquer circunstâncias. Depois de uma longa romaria, visitas quase diárias ao canil, decidi (meio da dúvida ainda) trazê-lo. 
Lacan, este é o nome (escolhido por uma amiga), está comigo faz apenas dois dias. Ele fica restrito a uma parte do apartamento: cozinha e lavanderia para, primeiro, aprender aonde fazer o cocô e o xixi (parece que ele só faz isso, meu deus do céu!), depois, porque como ainda não tem noção disso, não sujar todo apartamento (eu ia enlouquecer).
Como ele ficava sozinho no canil, ele já sabe que dormir sozinho não é um problema. Na primeira noite não reclamou absolutamente nada e em hora nenhuma. Na segunda, chorou um pouquinho, mas eu  ignorei. Ele parou depois de algum tempo.
Nosso primeiro final de semana juntos. Não consegui trabalhar  direito porque se eu me ausento um pouco, ele apronta. Já tive vontade de doá-lo. Já perdi a paciência porque preciso repetir, repetir, repetir como um disco riscado (e ele não aprende!), mas olho para a carinha dele e vejo que se trata de um filhotinho e não pode mesmo entender nada ainda.
Algumas coisas ele já sabe: reconhece a caminha dele, sabe aonde tem água e comida, às vezes acerta na toalha higiênica (só às vezes).
Ele não me deixa em paz um só minuto. Tenho que tomar o maior cuidado porque ele está próximo. Se eu lavo as louças, ele aproveita para deitar nos meus pés. Aí, tenho que ficar ali até me cansar.
Ah, se vou tomar banho e o deixo por uns minutos, quando ele me reencontra parece que não me via há duzentos anos: é uma festa! Pula, balança o rabinho, faz festa, até late. Ele é um cachorro e cachorros latem!
Bem, a aventura está apenas começando, eu sei. Ele, por enquanto, não pode sair por causa das vacinas e do risco de encontrar algum cão não-vacinado (vamos ficar nessa por, pelo menos, mais um mês e meio). Ele tem 55 dias e já tomou a primeira dose, faltam mais duas. Acho que a próxima fase vai ser menos estressante e mais divertida: quando ele puder caminha e brincar nos parques. Até lá... a gente vai dourando essa pílula.