quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Da Série Contos Mínimos

Apenas uma das duas cadeiras era ocupada na antiga varanda da casa. Tudo ou quase tudo era recordação: o relógio marcava sempre a mesma hora, o calendário a mesma data (poderia ser diferente?), no entanto, o mais evidente era a impressão do tempo vazando.

4 comentários:

  1. texto mínimo perfeito, não precisava de mais palavras, bom entender lê isso e até suspira, por pode sentir o que vc escreveu. bjs

    ResponderExcluir
  2. Ale,

    Vim hoje te dar um beijo especial e agradecer por vc fazer parte da minha historia, tem um selinho para você lá no Canto.

    ResponderExcluir
  3. "... a impressão do tempo vazando". Isto é sensacional!!! Adorei!
    Abraço.

    ResponderExcluir
  4. ... cadeiras vazias me deixam melancólico.

    Abs.

    ResponderExcluir